BRASILEIROS DE HOJE

 

 

 

 

Este espaço estará reservado para a divulgação de matérias enviadas para o Brasil Brasileiro. Semanalmente serão selecionados escritos que  exemplifiquem o comportamento do brasileiro contemporâneo.

Recebemos permissão para divulgar matérias dos sites NO MÍNIMO e COLUNAS/ JBONLINE, onde colunistas competentes analisam diariamente o cenário nacional. Mais do que isso: fazem a História Brasileira. O BRASIL BRASILEIRO, após contato com os responsáveis pelas colunas, resolveu que a melhor forma de prestigiar o trabalho por aqueles colunistas desenvolvidos, é expô-los neste espaço, como legítimos representantes dos BRASILEIROS DE HOJE.

 Quinzenalmente, também são selecionadas e reproduzidas matérias que evidenciem o comportamento político-histórico do atual governo.

 

O conteúdo é de inteira responsabilidade do Autor da matéria.


O brigadeiro do PT da Infraero entoxica a Aeronáutica

19 de julho de 2007 

O insuportável brigadeiro petista José Carlos Pereira já cansou a sociedade e a imprensa pela incompetência da Infraero.

Do Observatório de Inteligência
   Por Orion Alencastro

 

O brigadeiro José Carlos Pereira, conhecido em seu meio como J.Carlos, sempre nutriu esperanças de ser o escolhido para comandar a Aeronáutica durante o primeiro governo de Luiz Inácio da Silva, mas foi preterido em detrimento do brigadeiro Luiz Carlos da Silva Bueno, dispensado da função no início do segundo mandato presidencial.

Para tranqüilidade dos oficiais e praças da Aeronáutica, o brigadeiro Pereira foi presenteado com a indicação para diretor-presidente da Infraero, cargo facilitado pelas suas inclinações petistas e amizade de sua esposa com a primeira dama. A nomeação livrou o comando da Aeronáutica de ser exercido por um oficial general que tem desapontado políticos e a opinião pública pela maneira com que dirige aquela estatal, impregnada pelos aproveitadores do aparelhamento político.

O brigadeiro Pereira deixa a desejar nas suas explicações e justificativas quando perguntado pela imprensa a respeito da segurança e obras do sistema aeroportuário brasileiro, sabendo ocultar as injunções políticas pessoais do presidente da República quanto ao favorecimento de espaços físicos em aeroportos em benefício de amigos pessoais, como é o caso das instalações da Transbrasil, cedidas sem ônus para empresa de transporte executivo.

Luiz Inácio da Silva muito feliz com a licitação para a compra dos novos helicópteros da presidência e já pensando no terceiro mandato.

Na Infraero, que já foi empresa modelo de administração pública, são correntes os comentários de irregularidades e ajustes de licitações de acordo com interesses externos escusos que devem ser apurados com rigor pelo Tribunal de Contas da União e pela CPI para corrigir vícios e melhorar a eficácia administrativa nos principais aeroportos, objeto de inconformação e protestos dos seus usuários, impactados desde o acidente da Gol e, agora, com o lamentável acidente com a TAM.

Podemos imaginar como o brigadeiro petista J.Carlos teria comandado a Aeronáutica. Na Infraero, exercita a mesma arte de dissimulação do presidente da República que se tornou, perante a opinião pública, um mestre da inconscientização das ameaças que todos os brasileiros estão sujeitos pelo desgoverno implantado no país, dando espaço à corrupção nacional e sendo credor das vaias em todos os ambientes públicos.
(OI/Brasil acima de tudo)

 

Corrupção no país abala Igreja Católica

19 de julho de 2007

O presidente da CNBB, admirado pelos bispos e líderes leigos pela sua sensibilidade à percepção da destruição moral e social do país.

Do Observatório de Inteligência

Repercutiram no Vaticano e nas comunidades católicas do país as vaias recebidas pelo presidente da República na abertura dos Jogos Pan-americanos, no último dia 13, e registradas pela mídia brasileira e internacional. Segundo fontes da hierarquia católica, foram ouvidas inúmeras interpretações nas missas de domingo rezadas por  sacerdotes do Rio de Janeiro, São Paulo, Juiz de Fora, Florianópolis, Porto Alegre e outras cidades.

O fato está sendo interpretado por religiosos e leigos como demonstração viva do sentimento de indignação calada da sociedade brasileira, em conseqüência dos sucessivos escândalos envolvendo agentes do governo, parlamentares e magistrados, acusados nas investigações realizadas pela Polícia Federal e denunciados pelo Ministério Público, conforme amplamente divulgado pela imprensa.

 

CNBB atenta ao cenário nacional

A direção da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está atenta ao cenário nacional pelas informações que circulam internamente na Igreja Católica e pela mídia, que revela o aperfeiçoamento de diversos crimes mediante sofisticado planejamento e técnicas de despistamento, notadamente nos delitos contra o erário público, dificultando a sua elucidação pelos órgãos policiais e fazendários.

A corrupção em todo o país destruindo costumes, deseducando e deformando o tecido social da sociedade brasileira, causa espanto aos bispos brasileiros, ou "perplexidade e apreensão", como diria o presidente da CNBB, D.Geraldo Lyrio Rocha, atual bispo de Mariana-MG, em seu relacionamento com autoridades, comunidade católica e a imprensa de modo geral.

D. Claudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, reconheceu que a anuência da igreja com instituições ligadas à política e à esquerda não deram certo no Brasil.

 

Circular da CNBB ataca corrupção

A opinião da CNBB está sintetizada em nota publicada e em circulação pelas paróquias, intitulada "Democracia e Ética":

- ".. a corrupção e a impunidade estão levando o povo ao descrédito da ação política e nas instituições, enfraquecendo a democracia..."

- "A crise, decorrente da falta de consciência moral, é estimulada pela ganância e marcada pelos corporativismos históricos, que utilizam as estruturas de poder para benefício próprio e de grupos".

A posição da Igreja Católica no Brasil, oportunamente revista, desde a investidura do ex-sindicalista Luiz Inácio da Silva na presidência e as conseqüências do governo que ensejou a promiscuidade entre os poderes da República, é de apagar a sua imagem com a nefasta ligação da Igreja no Brasil que experimentou, a partir dos anos 80, uma aliança com sindicatos, partidos políticos e ex-protagonistas do terrorismo no país.

O fato provocou o esvaziamento dos seus templos e abriu caminho à expansão das igrejas sem transcendência em todo o território nacional, conforme reflexão do ex-cardeal de São Paulo, D. Claúdio Hummes, ex-bispo de Santo André, motivo de permanente vigilância do Papa Bento XVI. (OI/Brasil acima de tudo).

 

 

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