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Logo após a eleição para o primeiro mandato, teve início a implantação do frustrado projeto de perenização no poder do partido do governo.
Para tanto, teriam sido subornados parlamentares, achacados banqueiros e empresários e infiltrados militantes nos órgãos públicos e nos órgãos de mídia e artísticos, além de outros.
A parcela esclarecida e produtiva da Sociedade (infelizmente minoria), que contém a maior parte do seu acervo ético, assiste paralisada a esse triste espetáculo de cooptação eleitoral por meio do suborno, da cínica demagogia, da coação política, do terrorismo eleitoral e da mentira institucionalizada.
É preciso sair da letargia hipnótica e não permitir que continue esse grande assalto à Nação, acompanhado da perigosa ameaça de uma desestabilização institucional.
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