BRASILEIROS DE HOJE

 

 

 

 

Este espaço estará reservado para a divulgação de matérias enviadas para o Brasil Brasileiro. Semanalmente serão selecionados escritos que  exemplifiquem o comportamento do brasileiro contemporâneo.

Recebemos permissão para divulgar matérias dos sites NO MÍNIMO e COLUNAS/ JBONLINE, onde colunistas competentes analisam diariamente o cenário nacional. Mais do que isso: fazem a História Brasileira. O BRASIL BRASILEIRO, após contato com os responsáveis pelas colunas, resolveu que a melhor forma de prestigiar o trabalho por aqueles colunistas desenvolvidos, é expô-los neste espaço, como legítimos representantes dos BRASILEIROS DE HOJE.

 Quinzenalmente, também são selecionadas e reproduzidas matérias que evidenciem o comportamento político-histórico do atual governo.

 

O conteúdo é de inteira responsabilidade do Autor da matéria.


REPENSAR A INSTITUIÇÃO NACIONAL ESG

(Uma visão)

 “Precisamos de auto-estima para que

sejamos capazes de reconhecer nossos valores”

O que queremos que a Escola seja !               

  1. Uma Escola de Estado e não de Governo, apolítica, democrática, adogmática e cratológica, que tenha como propósito da nacionalidade o homem brasileiro - origem, agente e destinatário do Desenvolvimento.

  1. Uma Escola de livre debate de idéias, possibilitando consenso e dissenso, estudo do contraditório e trabalho de grupo. Um Centro de Excelência que estude o Destino do Brasil. A “Casa do Livre Pensar”.

  1. Por sua originalidade, uma Escola ímpar de integração de Civis e Militares no País.

4.   Subsidiariamente, o Centro de Estudos Estratégicos do Ministério da Defesa.

 

  1. Difusora de um pensamento político e estratégico e de uma metodologia de planejamento para embasar o Processo Decisório Nacional.

 

  1. Um Centro de Habilitação de recursos humanos para o planejamento e gestão, em âmbito nacional.

 

  1. Um fórum permanente de debates – com liberdade acadêmica – de soluções de problemas brasileiros, em nível político e estratégico.

 

  1. Partícipe indispensável do Diagnóstico das Conjunturas Nacional e Internacional, que viabilize a formulação de políticas, estratégias e planejamentos setoriais.

 

  1. Integrante necessário de um grupo de elaboração do Projeto Nacional.

 

  1. Uma Escola que ministre Cursos de Pós-Graduação (lato sensu), em convênios com Instituições de Ensino Superior (IES), que sejam do interesse da Segurança, do Desenvolvimento e da Defesa Nacional.

 

  1. Uma Instituição que realize a integração de Civis e Militares, nacionais e estrangeiros, em Cursos Especiais de interesse do MD e do MRE.

 

  1. Uma Escola que tenha, como Órgão de Assessoramento do Comando, uma Junta Consultiva  (JC), constituída por personalidades Civis e Militares, ex-Membros do Corpo Permanente (CP), de reconhecido saber. Uma “Moldura de Prestígio” para Atividade-Fim.

 

  1. Um Instituto de Altos Estudos de Política, Estratégia e Defesa, que possua na sua estrutura acadêmica um Corpo de Conselheiros (CC), que seja integrado, como “Membros Natos”, pelos ex-Chefes do EMFA, ex-Ministros de Defesa, ex-Comandantes da ESG e personalidades convidadas de “notável saber”.

 

  1. Integrante de um “Sistema ESG  – ADESG” de difusão e extensão dos Fundamentos da Escola e de sua Metodologia de Planejamento.

 

  1. Fonte de apoio permanente aos Ciclos , Cursos Especiais e Pesquisas da ADESG – “agente multiplicador” da ESG  em 27 Delegacias e 70 Representações , nas capitais e principais cidades do País - com a introdução da Fase Básica/Doutrinária dos CEPES como atividade acadêmica do Planejamento Escolar da ESG.

 

  1.  Gestora de seus recursos humanos e orçamentários, habilitados a proporcionar ao CP da Escola uma gratificação (de Ensino ou “DAS”), compensação orgânica, atualizada, justa, condigna e compatível com as funções que exerce em benefício do Ensino e Pesquisas Acadêmicas; assegurando aos membros Civis do CP, cedidos pelos Órgãos Públicos da União, uma garantia de permanência na Escola, sem prejuízos à estabilidade de carreira e de remuneração. “Prestação de  Serviço Público Relevante”.

 

  1. Um componente da Estrutura Organizacional do MD, com a prerrogativa de subordinação direta ao Ministro da Defesa, com sede no Rio de Janeiro (Capital Cultural do País), com o elevado propósito de manter a identidade e a funcionalidade de sua Lei de Criação e de seu  patrimônio imóvel, no sítio histórico da fundação do Rio de Janeiro.

 

  1. A responsável, por meio de “grupos móveis”, pela realização de Ciclos Especiais de Gestão Política e Estratégica, dirigidos à “massa crítica” em Brasília, composta por congressistas e funcionários dos Ministérios e Autarquias Federais, incumbidos de planejamentos setoriais de Governo.

 

  1. A Entidade que, com um grande número de representações por  todo o território nacional , constitua um  “braço do MD” para a difusão da Mentalidade de Defesa .

 

  1. Uma Instituição que tenha como Diretor um Civil ou Militar, de nível Embaixador ou Oficial-General do último posto, da ativa ou inativo, com mandato contínuo de três anos. O Vice-Diretor será indicado pelo Diretor, sendo Oficial General da Ativa, do penúltimo posto ou Diplomata (no caso do Diretor ser Militar), com mandato de três anos. O Diretor terá como Assistentes um Oficial-General de cada Força Singular e um Ministro de 2ª Classe do MRE.

 

  1. Finalmente, a guardiã permanente da atual Doutrina Cratológica (Estudo do Poder), que representa a constante evolução do Nacionalismo de ALBERTO TORRES, do Pensamento Político de OLIVEIRA VIANNA e de seus Fundadores: DUTRA (“o criador”); CEZAR OBINO (“o idealizador”); IDÁLIO SARDENBERG (“a gênese dos Princípios Fundamentais”); CORDEIRO DE FARIAS (“o realizador”); JUAREZ TÁVORA (“os Conceitos Doutrinários”); e das reformulações introduzidas no seu ideário pelos seus Construtores: CASTELO BRANCO (“a relação da mútua causalidade do Desenvolvimento e da Segurança”); BINA MACHADO (“a ênfase nos Trabalhos de Grupo e na Discussão Dirigida”); ARRUDA (a “memória”); OLIVA ( “ o elaborador  do Cenário Brasil 2000 “ ) ; FORTUNA (“o implantador  do Centro de Estudos Estratégicos – CEE”) e FEROLLA (“o introdutor da 5ª Expressão / Ciência e Tecnologia do Poder Nacional”); MEIRA MATTOS E THEREZINHA DE CASTRO ( os “geopolíticos”).

É a nossa visão!

Gen. Bda. Ref. Glenio Pinheiro

3º VPR/ADESG e Ex- Subchefe/DE/ESG ( 1991/2005)

 

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