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Repassando
. glenp
.
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Original
Message
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Sent:
Tuesday,
April
03, 2007
7:01 PM
Subject:
O GRANDE
MOTIM...
A VIR -
Oliveiros
S.
Ferreira
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OBS - por motivos técnicos e alheios à nossa vontade, o artigo abaixo
ainda
não se
encontra
em
http://www.oliveiros.com.br/ie.html
------------------------------------------------------------------
PENSAR E REPENSAR
http://www.oliveiros.com.br/ie.html
O GRANDE MOTIM... A VIR
Oliveiros S. Ferreira
Não
serão
muitos
os que
darão a
devida
importância
ao fato
de o
Poder de
Estado
haver
cedido
ao motim
dos
sargentos
da FAB
que
controlam
o espaço
aéreo.
Haverá
outros,
bem
menos
que os
primeiros,
que se
lembrarão
de que o
motim
aconteceu
na noite
de 30
para 31
de
março,
exatos
43 anos
depois
que o
General
Luis
Carlos
Guedes
sublevou
a
guarnição
de Belo
Horizonte,
e poucas
horas
depois o
General
Olímpio
Mourão
Filho
iniciou
sua
marcha
para o
Rio de
Janeiro.
Esses
poucos
dirão
que os
sargentos
comemoraram,
a seu
modo, o
aniversário
da
"Contra-Revolução
de
1964". A
coincidência
das
datas -
inclusive
das
horas -
permite
essa
interpretação
dramática.
Para que
possamos
ter dos
acontecimentos
uma
visão
mais
completa,
será
conveniente
enunciarmos
fatos
que já
não
moram na
memória
de quase
todos.
Vamos a
eles.
1961 -
Para
silenciar
a
"cadeia
da
legalidade"
que
Brizola
estabelecera
a partir
de uma
emissora
de rádio
instalada
no
Palácio
Piratini,
alguns
Oficiais
da FAB
pretenderam
levantar
vôo em
Porto
Alegre e
bombardear
o
palácio.
Os
sargentos
da base
esvaziaram
os pneus
dos
aviões e
a
operação
não se
realizou.
Não se
tem
notícia
de que,
naquele
ambiente
em que o
General
Machado
Lopes
formava
com
Brizola,
os
sargentos
ou os
Oficiais
da FAB
tivessem
sido
punidos.
1963 -
Os
sargentos
se
revoltam
em
Brasília,
de armas
na mão.
Para
protestar
contra a
decisão
do
Superior
Tribunal
Eleitoral
que,
amparado
na
Constituição,
havia
declarado
sem
efeito a
eleição
de
alguns
sargentos
para a
Câmara
dos
Deputados.
A reação
do Poder
de
Estado
fez-se
também
de armas
na mão,
havendo
mortos e
feridos.
O
Presidente
da
República
era o
Sr. João
Goulart.
A partir
desse
fato, os
Oficiais
(especialmente
do
Exército)
passaram
a ter
fundados
receios
de que
os
sargentos
de suas
unidades
pudessem
sublevar-se,
repetindo
o que
acontecera
em 1935.
Para
diminuir
o risco
pessoal,
passaram
a dormir
com suas
armas
pessoais,
e o
controle
do
armamento
das
guarnições
passou a
ser
extremamente
rigoroso,
mais do
que o
habitual.
A reação
de parte
da
opinião
pública,
para não
dizer de
quantos
não se
guiavam
pela
cantilena
esquerdoide
de que
os
sargentos
eram o
Proletariado
e os
Oficiais
eram a
Burguesia
(e havia
quem
sustentasse
essa
sandice),
a reação
foi de
temor de
que o
Estado
pudesse
fraquejar
diante
de novas
sublevações
desse
tipo.
1964 -
Na
Semana
Santa
(março
daquele
ano)
marinheiros
e
fuzileiros
navais
se
sublevam
em seus
navios e
em
terra.
Pelo
menos de
uma
belonave,
Oficiais
foram
jogados
no mar.
Em
seguida,
os
amotinados
se
reuniram
no
Sindicato
dos
Metalúrgicos,
realizando
tumultuada
assembléia
em que o
orador
mais
ardoroso
foi um
marujo
(depois
conhecido
como
cabo)
chamado
Anselmo.
O
ministro
da
Marinha
mandou
um
destacamento
de
fuzileiros
navais
para
prender
os
revoltosos.
Os
fuzileiros
aderiram
aos que
estavam
no
sindicato.
Foi
preciso
que o
Exército
enviasse
tropa
para que
o motim
terminasse.
Os
marinheiros
e
fuzileiros
foram
recolhidos
presos a
um
quartel
do
Exército
e na
mesma
tarde
anistiados
pelo
Presidente
João
Goulart.
O
Exército,
parte do
Poder de
Estado,
reagiu,
prendendo
os
amotinados.
A
anistia,
violentando
dispositivos
constitucionais,
veio
simplesmente
consagrar
a
fraqueza
da
Presidência
da
República,
que
cedia
aos
amotinados
em nome
da
concórdia
nacional.
No dia
30 de
março, o
Presidente
João
Goulart
fez um
discurso
no
Automóvel
Clube
para
sargentos
e
praças,
quebrando
a
hierarquia
e a
disciplina.
Naquela
noite, o
General
Guedes,
apoiado
no
governo
de Minas
Gerais,
levantou-se;
horas
depois,
após
alguma
hesitação,
o
General
Mourão
Filho
assumiu
o
comando
da
sublevação.
1979 -
O
General
João
Batista
Figueiredo
mal
acabara
de tomar
posse,
quando o
sindicalista
Lula
comandou
grande
greve no
ABC
paulista.
Grande
cobertura
dos
meios de
comunicação,
especialmente
do vôo
de
helicópteros
e aviões
sobre o
campo de
futebol
onde se
reuniam
os
grevistas,
em
massa. O
Tribunal
Regional
doTrabalho
determinou
que a
greve
cessasse.
Lula
desafiou
a
decisão
da
Justiça,
tecnicamente
se
colocando
contra o
Poder de
Estado.
O
espetáculo
da massa
de
grevistas
desfiando
o
Governo
da
Revolução
impressionava
todos. O
Presidente
Figueiredo
mandou
seu
ministro
do
Trabalho
negociar
com
Lula. A
negociação
foi
feita, a
decisão
do TRT
jogada
às
urtigas
e a
greve
cessou.
1999 - O
Presidente
Fernando
Henrique
Cardoso
cria o
Ministério
da
Defesa,
com o
que os
comandantes
das
Forças
passaram
a ser
subordinados,
desde
então, a
um
ministro
civil
pouco
familiarizado
com o
espírito
das
Forças
Armadas,
que se
articula
em torno
das
noções
de
Hierarquia
e
Disciplina.
2002 - O
sindicalista
que
desafiara
o
General-Presidente
e a
Justiça
foi
eleito
Presidente
da
República,
tendo
sido
reeleito
em 2006.
Os que
acreditam
em
teorias
conspirativas
dizem
que o
sindicalista
de
apelido
Lula foi
transformado
no líder
político
de nome
Lula da
Silva
por obra
e graça
das
artimanhas
do
General
Golbery
do Couto
e Silva.
As
mesmas
pessoas
-
repito,
que
acreditam
em
teorias
conspirativas
- diziam
em 1964
que o
General
Golbery
buscara
o apoio
dos
intelectuais
de
esquerda
de São
Paulo
para o
governo
Castelo
Branco,
tendo
malogrado
em sua
aproximação.
2005/6 -
Os que
têm
acesso à
Internet
podem
acompanhar
manifestações
de
sargentos,
que
disputam
cargos
eletivos,
e de
Oficiais
da
reserva
reclamando,
todos,
aumento
de
salários
e
criticando
em tom
revanchista
os
comandos
das
Forças
Armadas.
2006 -
Apenas
registrado
o
trágico
acidente
com o
avião da
Gol,
começa a
crise no
controle
do
espaço
aéreo. O
noticiário
nos
meios de
comunicação,
primeiramente
voltado
para
apontar
a culpa
dos
pilotos
norte-americanos
do jato
que
colidira
com o
Boeing
da Gol,
lentamente
passa a
ser
centrado
nos
controladores.
Há
notícias,
sem
atribuição
formal
de
fonte,
de que
um ou
outro
controlador,
sargento
da FAB,
poderia
ser
responsável
por um
mau
controle
dos dois
aviões.
Iniciam-se
os
chamados
"apagões".
Coloca-se
em
dúvida,
sem
desmentido
das
autoridades,
que o
equipamento
para
controle
do
espaço
aéreo
está
ultrapassado
diante
do
aumento
do
tráfego
aéreo
comercial-civil,
quando
não
sucateado.
As
condições
de
trabalho
dos
controladores,
dados
como
forçados
a
controlar
mais
aeronaves
que o
estabelecido
em lei,
merecem
grande
destaque
na
imprensa.
Inicia-se
uma
campanha
para que
o
controle
do
espaço-aéreo
saia das
mãos da
FAB e
seja
feito
por
civis
sem que
se
especifique
que
Governo,
autoridade
ou
empresa
privada
assumirá
a
responsabilidade
por esse
controle.
O
ministro
da
Defesa
recebe
uma
comissão
de
controladores,
passando
por cima
da
hierarquia.
2007 -
Os "apagões"
repetem-se.
O
ministro
da
Defesa
desempenha,
no
decorrer
de todo
o
episódio,
o triste
papel de
nada
saber de
fonte
própria.
O
Presidente
da
República,
diante
do
espetáculo
degradante
que se
observa
nos
aeroportos
nesses
dias,
exige
uma
solução
com data
e
hora...
Às 18h30
do dia
30 de
março,
os
controladores,
sargentos
e civis,
reúnem-se
no
auditório
do
Cindacta
de
Brasília
enviam
seu
ultimato
ao
governo:
nenhum
avião
levantará
vôo a
menos
que suas
reivindicações
sejam
atendidas:
nada de
punições,
cancelamento
das
transferências
já
feitas,
aumento
de
salários
e
transferência
do
controle
para
civis.
Brasília
é
importante
como
"entroncamento"
(a
imagem é
ferroviária,
mas diz
bem o
que
tenho em
mente)
do
tráfego
aéreo do
Norte e
do
Nordeste
para as
demais
regiões
e
vice-versa.
O caos
se
estabelece
mais uma
vez,
afetando
desta
feita os
aviões
de
empresas
internacionais
e os
vôos
nacionais
para o
Exterior.
O
comandante
da FAB
decide
prender
os
amotinados
e é
impedido.
O
Presidente
da
República,
em vôo
para os
Estados
Unidos,
decide
que nada
se faça
contra
eles e
que o
Governo
deve
negociar.
Os
sargentos
se
recusam
a
negociar
com o
comandante
da FAB,
reclamando
a
presença
da
ministra
Dilma.
Ela se
encontra
no Rio
Grande
do Sul;
o
Presidente
determina
que o
ministro
do
Planejamento
e o
secretário-geral
da
Presidência
negociem.
Eles não
negociam
-
aceitam
as
exigências
dos
amotinados.
O
ministro
do
Planejamento
justifica
sua
presença
na
negociação,
dizendo
que se o
ministro
da
Defesa e
o
comandante
da FAB
fossem
negociar,
teriam
de tomar
posição
diferente
da que
adotou.
O pano
cai
sobre
Brasília,
isto é,
sobre o
Poder de
Estado.
O
ministro
da
Defesa,
jogado
às
urtigas
pelo
Presidente,
não
renuncia.
O
comandante
da FAB,
humilhado
pelos
amotinados
e pelo
Presidente,
teria
pensado
em
renunciar,
mas
depois
pensou
melhor e
não
apresentou
sua
demissão.
A FAB,
por seu
comando,
deixou
claro
que não
quer
mais
assumir
o
controle
do
espaço
aéreo.
Que os
civis
cuidem
disso,
no
Ministério
da
Defesa.
É como
se
dissesse,
lembrando
as vezes
em que
pediu
providências
e não
foi
atendido:
"Quem
pariu
Mateus,
que o
embale".
Uma
coisa
não
ficou
clara,
se de
fato
houver
uma
creche
para o
ministro
Pires
tomar
conta:
quem
controlará
o espaço
aéreo,
quando
se
tratar
de vôos
militares?
O
General
de
Gaulle,
diante
da
revolta
dos
coronéis
e dos
estudantes
em
Argel,
dizia
que o
Poder
não
recua.
Acostumei-me
a dizer:
desde
que haja
um
Poder.
Não se
deve, a
partir
dessa
lembrança
do
General
de
Gaulle,
dizer
que não
há poder
no
Brasil.
Há. Só
que não
é Poder
de
Estado
consagrado,
mal e
mal, na
Constituição
de 1988;
pelo
contrário,
é um
poder
que
pretende
substituir
o atual
Estado
por
outro.
Sobre
esse
fato, é
preciso
meditar
antes de
avançar.
É
preciso,
porém,
tirar
conclusões
de tudo
o que
enunciei
acima.
Talvez
sejam
"conspirativas".
Desde,
porém,
que a
realidade
as
sustente,
têm boa
probabilidade
de
traduzir
o que
está em
curso.
Vamos a
elas.
Os "apagões"
anteriores
haviam
provocado
irritação,
mas não
comoção
da
opinião
pública.
Comoção
no
sentido
de que
os
cidadãos
se
sentissem
prejudicados
e
colocados
em
situações
de
enorme
constrangimento
e de
prejuízos
muitas
vezes
irreparáveis.
O
acúmulo
de um "apagão",
hoje,
outro
daqui a
dez
dias,
porém,
fez
transbordar
o copo
da
paciência.
Ninguém
mais
queria
saber de
coisa
alguma,
especialmente
depois
que o
Presidente
Lula da
Silva,
ao invés
de
marcar
prazo
para a
crise
terminar,
disse
que
queria
que uma
data
fosse
marcada
- no seu
estilo
muito à
la
Stalin,
de jogar
a culpa
nos
subordinados.
O motim
do dia
30
apanhou
todos os
passageiros,
no fim
da
tarde,
sem
informações,
sem
dinheiro
para
passar a
noite,
sem
saber
quando
poderiam
viajar.
E nos
trouxe a
imagem
de mães
que
havia
horas
levavam
suas
crianças
no colo
e a
daquela
senhora
que
pretendia
embarcar
em
Brasília
para
Rondônia,
creio,
porque
seu
marido
tinha
sido
assassinado,
e teve
de ficar
presa no
aeroporto
sem
perspectiva
alguma
de poder
aliviar
sua dor
e
prantear
a morte
do
marido
junto a
seu
cadáver.
Sem
falar do
cidadão
que
enfartou
no
aeroporto
de
Curitiba
e morreu
a
caminho
do
hospital.
É
importante
reter
esse
fato: as
anteriores
"operações
padrão"
só
atingiam
oGoverno
Lula da
Silva na
medida
em que
os
passageiros
que não
podia
embarcar
tendiam
a
responsabilizar
as
empresa.
Os
porta-vozes
do
governo,
aliás,
lançaram
a
população
contra
elas. No
dia 30,
porém, a
coisa
foi
diferente
criou-se
o caos
em todo
o País,
com um
agravante:
pelo que
se viu
do
noticiário
de
televisão,
não
houve
quem
dissesse
aos
passageiros
que a
culpa
não era
das
empresas,
mas dos
controladores.
Esse
silêncio,
culposo
se não
doloso
nas
circunstâncias,
aumentou
a tensão
e fez
que
passageiros
menos
calmos
agredissem
funcionários
e
depredassem
os
balcões
de
empresas.
Foi
diante
disso,
situação
criada
com
sabedoria
e
montada
peça por
peça,
que o
Presidente
Lula da
Silva
mandou
negociar,
vale
dizer,
ceder. É
lícito
supor
que teve
presente
a
situação
de 1979:
comoção
nos
meios de
comunicação
(sem
censura,
lembremo-nos);
massa
reunida
em um
estádio
de
futebol,
famílias
lamentando
a
situação
de seus
chefes
em greve
etc..
Tudo o
que
viveu e
deve
ter-se
lembrado.
O clima
foi
criado e
a cena
montada:
a
população
com
raiva do
governo
e da
situação;
comentaristas
de TV
fazendo,
conscientemente
ou não,
a
apologia
do
motim.
Advogados
ilustres
dizendo
que
prender
um
sargento
amotinado
seria
violentar
o
preceito
constitucional
que
garante
o
direito
de ir e
vir. A
tragédia
não
poderia
ter sido
melhor
encenada.
O
próximo
ato será
mais
trágico.
Não irá
comover
a
opinião
pública,
a não
ser
aqueles
que se
preocupam
com o
Poder de
Estado
que não
pode
recuar.
O ato
será
encenado
nas
Forças
Armadas.
Qual o
enredo
até
agora,
no que
poderíamos
dizer
terem
sido os
ensaios
(e o
ensaio-geral,
o do dia
30) de
uma
grande
tragédia?
Primeiro
ato:
difunde-se
pelos
canais
possíveis
a idéia
de que
as
Forças
Armadas
são
desnecessárias
enquanto
força
militar;
Segundo
ato: o
Governo
Lula da
Silva
continua
a
política
do
Governo
Fernando
Henrique
Cardoso
sucateando
as FFAA
e nomeia
para
ministro
da
Defesa
quem
nada tem
a ver
com os
problemas
da Pasta
e, Lula
consule,
quem
teve
ligações
com a
situação
deposta
em 1964;
Terceiro
ato: o
Governo
Lula da
Silva
não
aumenta
os
soldos e
cria
insatisfação
nas
Forças,
especialmente
nos
sargentos;
Quarto
ato: o
acidente
com o
avião da
Gol
permite
que a
"operação
30 de
março"
comece a
ser
montada.
Difunde-se
a idéia
de que o
controle
do
espaço
aéreo
deve ser
civil e
a de que
os
salários
pagos
aos
sargentos
e seus
equivalentes
civis
são
irrisórios
(e o
salário
pagos
aos
demais
sargentos?
São
bons?);
Quinto
ato: a
"operação
30 de
março" é
vitoriosa.
Com ela
lançam-se
as bases
para a
tragédia
principal,
que
poderá
desenrolar-se
em um ou
mais
atos, e
que pode
ser
assim
resumida
- não
entrando
na
consideração
de quem
irá
controlar
o espaço
aéreo:
Aumentam-se
os
salários
dos
sargentos
controladores,
mas se
mantêm
os
salários
dos
sargentos
que
militam
nos
quartéis
e são os
responsáveis
primeiros
pela
disciplina
da
tropa. O
grande
motim
seguir-se-á
a essa
situação
de
desconforto.
Não
preciso
dizer
mais. O
quadro
está
pronto
para a
grande
subversão
que será
concluída
com uma
grande
negociação,
desta
feita
com
Dilma ou
talvez
com o
próprio
Lula,
que
negociou
o
descrédito
da
Justiça
com um
Ministro
do
Trabalho
em 1979.
Permitida a reprodução total ou parcial dos textos
desde
que
citados
autor e
fonte
http://www.oliveiros.com.br/ie.html
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