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----- Original Message -----
Subject: Fwd: Governo e Congresso NacionaL: atenção! Digam Não ao
desmembramento do território nacional!!
Gravíssimo!!! Brasileiros sendo expulsos do Brasil (Nação do Governo
Ianomâmi?)?
Como informou Sebastião Nery (Tribuna da Imprensa
24.06.2006), há um "governo ianomâmi no exílio,
presidido
por um norte-americano de Massachusetts, com Parlamento de
18 membros, sob a presidência de um alemão; do tal
governo,
faz parte um índio, dito brasileiro, chamado Iacota". E:
"O
saudoso embaixador Geraldo Nascimento e Silva 'localizou em
Londres um escritório que coletava recursos em nome dos
ianomâmis, recém-emancipados (sic), para promover a
causa
indígena'
Agora, em 12 de setembro de 2007, a Assembléia-Geral das
Nações Unidas aprovou a Declaração dos Direitos dos
Povos
Indígenas, adotada em 26.06.2006 pelo Conselho de Direitos
Humanos da ONU.
A Declaração diz, no art. 3º, que "os povos
indígenas tem
direito à autodeterminação e, assim, a determinar o
seu
status político". Isso implica que podem escolher fazer
parte do Estado que quiserem e/ou declarar sua
independência
formal, outro modo de anexação de fato por potências
hegemônicas.
.....
Prezados,
Segue artigo. Apreciaria seus comentários (DO SR. WEBER)
sobre o assunto, de extrema gravidade.
Tem tido repercussão - embora a mídia não toque no
assunto
- matéria publicada pelo Movimento de Solidariedade
Ibero-Americana (MSIA), em 19 do corrente, sobre
preparativos do ministro da Defesa para expulsar brasileiros
não-índios da região da Raposa Serra do Sol, em
Roraima,
situada junto às fronteiras com a Guiana e a Venezuela.
A ação da Polícia Federal seria para este mês, com
a
participação de 500 agentes federais, prevendo-se
resistência armada da população local. Trata-se de
operação
de natureza militar inexeqüível sem a participação
das
Forças Armadas.
Ora, não pode estar de acordo com tal violência quem
quer
que respeite seu País, como é o caso do general Maynard
Santa Rosa. Ele declarou que o Exército não recomenda a
invasão. Foi, por isso, demitido do cargo de secretário
de
Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do
Ministério
da Defesa. Em 04 de setembro, O Globo publicara
declarações
do General de que as Forças Armadas resistem em dar apoio
à
Polícia Federal para a retirada dos brasileiros.
Ademais, por terem também posição desfavorável à
intervenção na Raposa do Sol foram substituídos de
seus
cargos o Diretor-Geral da ABIN e o gerente da ABIN em
Roraima.
A matéria do MSIA alude à inquietação que se
aprofunda nas
Forças Armadas brasileiras, sendo iminente grave crise
institucional se a presidência da República insistir em
atribuir-lhes a desonrosa missão. É o caso de evocar a
petição do Marechal Deodoro à Princesa Isabel de que
liberasse o Exército da inglória tarefa de capitão do
mato
na perseguição a escravos foragidos.
Hoje querem envolver as Forças Armadas em ação de
guerra
contra brasileiros que defendem o direito de ficar nas
terras em que vivem e trabalham legalmente há dezenas de
anos. É difícil conceber afronta mais grave ao povo
brasileiro e deslustre maior para as Forças Armadas.
Os índios da Serra do Sol são aculturados, muitos
têm
cartão de identidade e título de eleitor. Alto
percentual, e
majoritário entre os macuxis, a principal etnia, é
contrário
à separação do território. Esta é imposta por
entidades
estrangeiras a serviço dos donos do poder mundial,
ávidos
por monopolizar a fabulosa riqueza mineral do subsolo da
área. É de notar, que, em abril de 2005, a retirada da
população "não-índia" por agentes federais foi
obstada por
índios.
Expulsar moradores de suas terras, porque não são
índios,
constitui crime de tipo nazista. É agir em conformidade
com
o princípio racista. É violência combinada com
discriminação
racial, além de odiosa, inacreditável em razão da
grande
mestiçagem.
Que pretendem fazer? Como vão definir quem é índio?
Fazendo exames de DNA? Ou julgando não-índios os que se
consideram brasileiros?
Aí está. Querem que o Exército faça derramar muito
sangue
para separar do território nacional mais uma região
estratégica. Ora, isso é crime tipificado no Código
Penal
Militar. Diz o art. 142 do CPM: "Tentar: III -
internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do
território nacional. Pena - reclusão, de quinze a trinta
anos, para os cabeças; de dez a vinte anos para os demais
agentes."
Os envolvidos na preparação do genocídio e os
desinformados alegam que não há cessão de território
e que a
Constituição prevê reservas indígenas. Mas só
não vê a ação
de potências hegemônicas na região quem não se quer
informar. Há farta documentação sobre as atividades de
ONGs
e de outras entidades que desviam para o exterior preciosos
recursos minerais em várias partes da Amazônia. Fazem-no
antes mesmo de se acabar oficialmente com a jurisdição
brasileira sobre os territórios saqueados.
Uma
das razões de não se evitar a pilhagem é a míngua de
recursos do Orçamento para as FFAA. Mais de 2 trilhões
de
reais, em valor atualizado, desde 1988, foram gastos com o
serviço da dívida pública formada pela
capitalização de
juros absurdamente altos. Ver:
http://paginas.terra.com.br/educacao/adrianobenayon/
Para quê, senão para assegurar em definitivo a
continuidade da pirataria, demarcar, em faixa contínua,
mais
uma reserva "indígena", exatamente sobre subsolo dos mais
ricos do Planeta, numa área cujo tamanho está em
gritante
desproporção com a diminuta população indígena?
A Raposa do Sol tem 1.747.000 hectares, ou seja, 17,5 mil
km2 quadrados, e 18.700 índios: um por km2. No pretenso
território ianomâmi, destinaram-se a 8 mil índios, em
Roraima e no Amazonas, 9,4 milhões de hectares (94 mil
km2),
formando, com a área contígua da Venezuela, um
território de 180 mil km2.
Cometeram também o crime cominado pelo Código PenalMilitar os responsáveis pela portaria, no governo Collor,
que criou a reserva "ianomâmi."
Como informou Sebastião Nery (Tribuna da Imprensa
24.06.2006), há um "governo ianomâmi no exílio,
presidido
por um norte-americano de Massachusetts, com Parlamento de
18 membros, sob a presidência de um alemão; do tal
governo,
faz parte um índio, dito brasileiro, chamado Iacota". E:
"O
saudoso embaixador Geraldo Nascimento e Silva 'localizou em
Londres um escritório que coletava recursos em nome dos
ianomâmis, recém-emancipados (sic), para promover a
causa
indígena' ".
Agora, em 12 de setembro de 2007, a Assembléia-Geral das
Nações Unidas aprovou a Declaração dos Direitos dos
Povos
Indígenas, adotada em 26.06.2006 pelo Conselho de Direitos
Humanos da ONU.
A Declaração diz, no art. 3º, que "os povos
indígenas tem
direito à autodeterminação e, assim, a determinar o
seu "status político". Isso implica que podem escolher fazer
parte do Estado que quiserem e/ou declarar sua
independência
formal, outro modo de anexação de fato por potências
hegemônicas.
Que outras áreas "indígenas" já tenham sido criadas,
não
desonera os responsáveis pela demarcação da Raposa do
Sol.
Ao contrário, o crime é ainda mais grave. Por duas
razões. A
primeira é que a repetição consolida o abandono da
soberania
nacional, princípio basilar da Constituição.
A segunda razão é que a entrega não ocorrerá sem o
emprego
das Forças Armadas do País contra seus próprios
nacionais.
Pergunta-se: é legítimo cumprir ordem contrária às
bases da
existência nacional, como a soberania, a integridade do
território e a dignidade das Forças Armadas?
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