É
impressionante a naturalidade como
mentem os inimigos do Regime militar
ao fazerem pronunciamentos públicos
ou quando prestam declarações na
mídia, sempre se portando como
heróis e se querendo passar por
fiadores da democracia, alegando
terem ido à luta por se haver
insurgido contra a ditadura dos
Governos militares.
Como
não são atores, mas, apenas, trastes
despidos de ética que, por viverem
de mentiras, perderam completamente
a vergonha, se sentindo então livres
para debochar com os brasileiros,
deturpando fatos, inventando
estórias e criando heróis.
Dando
prosseguimento a mais um ato do
festival de mentiras deslavadas,
repetidas com ênfase por mentirosos
contumazes que se sucedem e se
alternam na ânsia incontida de
estuprar a História, violentando-a
impatrioticamente, coube agora à
ex-terrorista Dilma Vana Rousseff
Linhares, (Estela - Luíza – Patrícia
– Wanda ), hoje, ministra-chefe da
Casa Civil por força da decadência
moral da Nação, afirmar “que o
processo de construção da Democracia
deve fazer parte da memória dos
brasileiros”, em solenidade
realizada para inaugurar mais um
memorial em homenagem a dois
terroristas mortos, quando, a
serviço do Movimento Comunista
Internacional (MCI), traiam o
Brasil, no afã de submetê-lo ao jugo
comunista
A
solenidade integra o projeto
“Direito à Memória e à Verdade”, da
Secretaria Especial de Direitos
Humanos da Presidência da República,
cujo ministro é o ex-terrorista
Paulo Vannuchi, também frustrado,
por não terem os militares permitido
que o comunismo fosse implantado no
Brasil.
Em seu
discurso, afrontando a verdade, a
ministra declarou que diante da
ditadura, a sociedade gerou pessoas
com coragem para lutar contra ela e
que devem ser lembradas.
É
triste para um militar ter de
afirmar que a degradação moral, que
se abateu sobre o país, decorre do
mau exemplo gerado pela fraqueza de
caráter do Presidente da República e
de muitos integrantes da cúpula
governamental.
Por
omissão ou cumplicidade propiciaram
eclodir no país um clima de
desapreço à verdade e à ética, de
desrespeito à justiça, de tentativas
de aliciamentos de parlamentares
despudoradamente anunciadas, de
corrupção embutida no âmago das
Instituições, de negociatas e
bandalheiras provocando escândalos,
mas incapazes de espantar alguém,
face estar a sociedade e os
eleitores já saturados, por se
saberem impotentes de conter tantos
descalabros, muito dos quais, ainda
que denunciados pelo Procurador
Geral da República que se embasou em
fartos comprovantes de delitos e
crimes, teimam em permanecer
impunes.
José
Dirceu, embora denunciado, conta
ainda com a proteção de um
Presidente leviano que de nada sabe,
nada vê e nada escuta, razão de
afirmar na mídia, acreditar na
inocência dos meliantes denunciados
por um homem sério, imparcial e
íntegro, como o é o Procurador Geral
da República, autor da denúncia.
Apenas
num país moralmente fragilizado uma
Dilma Russeff poderia ser ministra,
com possibilidade de disputar a
próxima eleição presidencial.
Beneficiada pela anistia concedida
pelos militares, não pagou pelos
crimes e roubos praticados, quando,
na clandestinidade, julgando-se
acima das leis, do bem e do mal,
participou pessoal e ativamente das
ações de guerrilha, ás vezes
planejando, às vezes executando
crimes, abusos e práticas
delituosas. Integrou inclusive a
equipe que planejou o assalto, o
roubo e o sumiço de dois milhões e
quatrocentos mil dólares,
encontrados em um cofre na casa de
uma ex-amante do ex-governador
paulista Dr. Adhemar de Barros.
Como
mentir, para ex-terrorista Dilma é
virtude, declarou ainda, “a gente
era capaz de abrir mão de parte da
própria vida”. Interessante e
patética declaração! Quanto
desprendimento nas palavras,
contrastantes com as ações
praticadas por ela e pelos seus
companheiros de crimes. Valendo-se
de parecer de uma Comissão, parcial,
facciosa e inexpressiva, obteve o
direito de mamar nas tetas generosas
dos cofres públicos, ao se habilitar
ao direito de receber importância
indevida, como prêmio de haver
traído a pátria, a serviço do
comunismo internacional.
Pergunto, por que a ex-terrorista,
ex-guerrilheira incompetente, porém,
notoriamente competente como
meliante, pois bem soube se apoderar
do dinheiro encontrado no cofre do
Adhemar, não demonstra agora o
desprendimento alegado, abrindo mão
da indenização concedida, já que
percebe o elevado salário de
ministra, acrescido de um valor por
mim desconhecido, face presidir o
Conselho de Administração da
Petrobrás?
Os
brasileiros, porém, não devem
esperar de ex-facínoras qualquer
gesto ou atitude de nobreza, pois,
acredito que por deformação de
personalidade, pessoas assim são
incapazes de se sensibilizar com
atitudes dignas.
Infeliz
Brasil, onde apenas as novelas
propositalmente escritas e
orientadas para produzir o efeito de
escandalizar a sociedade, tais os
exemplos de depravação e degradação
levadas à tela, no intuito de
chocar, anestesiar e acostumar os
brasileiros a conviverem com a
delinqüência como fato normal, são
capazes de competir em termos de
falência moral com o Governo do
mensalão, presidido por um
inconteste líder popular que, para
fugir à responsabilidade sobre o
delito, se portou como alienado e
que tem uma ministra da
periculosidade de Dilma como
cérebro, artífice e expoente máximo
do Governo..
Não foi
para gerar um Brasil assim, que os
militares derrotaram essa gente sem
princípio ético algum! A anistia
concedida, objetivando o
esquecimento e a reunificação da
família brasileira, foi um erro, por
haver gerado esses monstrengos no
Poder, simbiose da incompetência de
alguns, com a absoluta falta de
ética, dignidade e moral de outros,
e com a frustração de todos, por
terem sido os militares que
asseguraram à Democracia reinar
absoluta em todos os rincões da
Pátria.
Que
tristeza! É lastimável, mas a
verdade tem de ser dita para
conhecimento dos jovens e para
evitar, pela sua força e pujança, já
que ela é eterna, que traidores de
ontem e desonestos de hoje consigam
alcançar o sinistro intuito de
estuprar a História, com o objetivo
de restaurar as suas biografias.
Aqueles que estiveram a serviço do
MCI se esquecem de um fundamental
detalhe: traidores da Pátria não têm
biografias e sim Folhas Corridas.
MÁRCIO MATOS VIANA PEREIRA
OBSERVAÇÃO: O autor é Cel Ref do EB